A cena é a seguinte: os animais precisam de se alimentar mesmo que não queiram se isso for do nosso interesse e em benefício da religião e da ética estruturante da nossa boa alma individual.
A cena é mais ou menos assim: um gajo tem excesso de riqueza e há gajos que têm excesso de pobreza.
Cruzando estes gajos temos uma situação a precisar de Humanóides Humanistas que a tentem resolver apesar de saberem que a coisa nunca irá resultar em nada que se veja ou nos possamos orgulhar sem ficarmos com a sensação de que andamos por aí a enganar alguém.
A cena acaba por ser esta: andamos a enganar-nos a nós próprios.